Golpes praticados por falsos religiosos (os chamados "pais de santo picaretas" ou estelionatários espirituais) envolvem extorsão financeira, cobranças abusivas por trabalhos espirituais e ameaças psicológicas.Como funciona o golpe- Cobrança inicial baixa: O golpista atrai a vítima com uma consulta barata ou gratuita para adivinhar problemas pessoais ou amorosos.
- Criação de medo: Alegam que a pessoa tem "trabalhos feitos", olho gordo ou que inimigos estão destruindo sua vida.
- Exigência de valores altos: Sob o pretexto de comprar materiais caros, animais para sacrifício ou pagar taxas para entidades, exigem somas cada vez maiores via Pix ou transferência.
- Ameaças e chantagem: Quando a vítima tenta parar de pagar, o falso sacerdote passa a intimidá-la, dizendo que ela sofrerá pragas, doenças ou a fúria das entidades.
Sinais de alerta (Como identificar um falso pai de santo)- Insistência em dinheiro: Terreiros sérios de Umbanda e Candomblé cobram, no máximo, o valor simbólico de uma consulta (jogo de búzios ou tarô) e nunca exigem milhares de reais para "resolver" ou "mudar o destino".
- Promessas milagrosas: Garantem que vão trazer o amor de volta em 24 horas ou enriquecer a pessoa rapidamente mediante pagamento.
- Isolamento e medo: Tentam apavorar o consulente para que ele não questione as ordens e continue enviando dinheiro escondido de familiares.
- Falta de endereço físico ou transparência: Atuam apenas pela internet, mudam de perfil nas redes sociais constantemente ou se recusam a receber a pessoa no terreiro.
O que fazer se for vítima- Registre um boletim de ocorrência: Estelionato e extorsão são crimes previstos no Código Penal. Guarde comprovantes de Pix, conversas de WhatsApp, áudios e histórico de chamadas.
- Procure a Polícia Civil: Você pode fazer a denúncia em qualquer delegacia ou pela Delegacia Eletrônica do seu estado.
- Não pague mais nada: Falsos religiosos não têm poder espiritual para amaldiçoar ou prejudicar ninguém; as ameaças servem apenas para manter o controle psicológico da vítima.
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Golpes praticados por falsos religiosos (os chamados "pais de santo picaretas" ou estelionatários espirituais) envolvem extorsão financeira, cobranças abusivas por trabalhos espirituais e ameaças psicológicas.
Como funciona o golpe
- Cobrança inicial baixa: O golpista atrai a vítima com uma consulta barata ou gratuita para adivinhar problemas pessoais ou amorosos.
- Criação de medo: Alegam que a pessoa tem "trabalhos feitos", olho gordo ou que inimigos estão destruindo sua vida.
- Exigência de valores altos: Sob o pretexto de comprar materiais caros, animais para sacrifício ou pagar taxas para entidades, exigem somas cada vez maiores via Pix ou transferência.
- Ameaças e chantagem: Quando a vítima tenta parar de pagar, o falso sacerdote passa a intimidá-la, dizendo que ela sofrerá pragas, doenças ou a fúria das entidades.
Sinais de alerta (Como identificar um falso pai de santo)
- Insistência em dinheiro: Terreiros sérios de Umbanda e Candomblé cobram, no máximo, o valor simbólico de uma consulta (jogo de búzios ou tarô) e nunca exigem milhares de reais para "resolver" ou "mudar o destino".
- Promessas milagrosas: Garantem que vão trazer o amor de volta em 24 horas ou enriquecer a pessoa rapidamente mediante pagamento.
- Isolamento e medo: Tentam apavorar o consulente para que ele não questione as ordens e continue enviando dinheiro escondido de familiares.
- Falta de endereço físico ou transparência: Atuam apenas pela internet, mudam de perfil nas redes sociais constantemente ou se recusam a receber a pessoa no terreiro.
O que fazer se for vítima
- Registre um boletim de ocorrência: Estelionato e extorsão são crimes previstos no Código Penal. Guarde comprovantes de Pix, conversas de WhatsApp, áudios e histórico de chamadas.
- Procure a Polícia Civil: Você pode fazer a denúncia em qualquer delegacia ou pela Delegacia Eletrônica do seu estado.
- Não pague mais nada: Falsos religiosos não têm poder espiritual para amaldiçoar ou prejudicar ninguém; as ameaças servem apenas para manter o controle psicológico da vítima.
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